domingo, 14 de junho de 2009

Confiança de bicho

William Burroughs conta, em O gato por dentro:
"
4 de maio de 1985. Enquanto faço as malas para uma rápida viagem a Nova York, onde vou discutir o livro dos gatos com Brion, na sala da frente, onde ficam os gatos, Calico Jane amamenta um filhote preto. Pego minha valise, que parece pesada. Olho dentro e encontro seus outros quatro filhotes.
"Cuide dos meus bebês. Leve-os junto com você, aonde quer que vá."

3 comentários:

  1. Gato não gosta de ninguém, somente do território sinalizado de urina e algumas mordomias gastronômicas. Ah, meus gatos de vidas curtas!

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  2. Há poucos dias, vi uma reportagem na TV falando, justamente, de uma gata que desapareceu de casa tão logo o dono faleceu num acidente.Dois meses depois, numa das visitas ao jazigo, a família a encontrou lá, oculta entre as plantas, rodeada de filhotes... O cemitério fica a dois km da casa... Dá o que pensar, não?...

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  3. Francisnaldo Borges26 de julho de 2009 14:31

    Então desmistifica a tese anterior: a gata à procura do dono, alheia ao lugar onde viviam. Se abrissem o jazigo ela entrava com a filharada miando. Muito curioso isso. Sinistro sendo em cemitério. Em mudança, gato vai e volta (em média distância), mas sei de gata que voltou de Picuí a Nova Palmeira:um mês pra chegar!O comentário anônimo, "gato não gosta de ninguém", é meu (risos). Leia "Ruim do rim", em "ameusamigos" e comente. Bom domingo de saúde e pace.

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