quarta-feira, 31 de março de 2010

...nem a dor caçula





não adules a dor

-nem a mais velha

nem as do meio


nem a dor caçula

7 comentários:

  1. Isso, porque a dor não nos deixa, nós é que, diaria(mente), temos que expulsá-la.

    ResponderExcluir
  2. Talvez não seja o caso de expulsar, querido Borges, mas... de não adular, mesmo... Sei não... Um abraço.

    ResponderExcluir
  3. se não adular tiver algum sentido com não cultivar, então sou uma moça que não adula dor.

    boa páscoa, minha flor!
    S.

    ResponderExcluir
  4. Mais ou menos isso, Mme. S. Quase não ninar... Um beijo, moçabonita-e-sensível.

    ResponderExcluir
  5. Bartolomeu Correia de Melo4 de abril de 2010 19:48

    Nivaldete:
    Gostaria que me enviasse seu e-mail para
    bartolomelo@supercabo.com.br
    pois quero lhe mardar um convite para
    o lançamento de dois livros meus (Bagaço Edições)
    no próximo 14 de abril na Livraria Siciliano (Midway)
    Seu Blog está cada vez melhor.
    Abração Bartolomeu.

    ResponderExcluir
  6. Que mania essa de abraçar com força a dor menorzinha, aquela que cabe no bolso da alma. E como dói!
    Bjos

    ResponderExcluir
  7. As dores caçulas doem sempre mais, são recém-nascidas, então ninamos... (Gostei desse "bolso da alma"... Só sendo poeta, mesmo!). Um abraço e seja bem-retornada.

    ResponderExcluir

Escreva aqui na parede seu comentário. Venho ler depois.Obrigada.

Divulgue seu blog!
Informe o código: 956
Faça pontos, ganhe brindes