quinta-feira, 29 de abril de 2010

duas coisas para o ar


o menino joga duas coisas para o ar. pega de volta, torna a jogar. bolas: só pode ser. não distingo. penso meus olhos não vão bem... chego perto. não é nada. como nada?... são bolas imaginárias.

quem se enganou fui eu.

e essas bolas não murcham...

8 comentários:

  1. bela postagem, tecelã distraída.mas como aprendo contigo. acabei de inventar um verbo: nivaldetear.

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  2. Sorrio aqui, lendo seu comentário, Anônimo...
    Obrigada. Passe sempre.

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  3. Mas não havia semáforo? Então o circo o influenciou. E quase tudo vem do ar... E assim gosto de exercitar/mudar caligrafias, como em fontes de computador. Ele ainda vai puxar os hemisférios: linhas untadas de cerol. Bjs

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  4. Ele podia estar num descampado, numa calçada, num parque, num estacionamento de supermercado..., ou só na minha mente... "puxar os hemisférios" é uma maravilhosa possibilidade! Beijos.

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  5. Nivaldete:
    Pena que, apesar de as bolas não murcharem, o menino não tem alternativa: ele cresce...
    Bjos

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  6. É, amiga, elas não murcham nem rolam pra rua..., nem se paga por elas. Ele crescerá, sim, e o imaginário será outro: o das representações sociais, dos valores nem sempre libertadores. Mas se essas bolas imaginárias se tornarem, por ex., bolas de basquete, tanto melhor... O perigo é, no Brasil de hoje, se tornarem bAlas...
    Grande abraço, querida.

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  7. é, a gente não vê mas está tudo lá... os visionários mostram...
    obrigada, minha visionária querida!

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  8. Oh Almariada, fico comovida.......... . . .
    O olhar do outro faz o milagre de enxergamos mais além o que nós mesmos escrevemos e é isso que me anima a continuar postando... Obrigada -digo eu! Um abraço.

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