quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

quebrando o silêncio

quis quebrar o silêncio
e jogou-o do ponto mais alto do penhasco.

por resultado
ficou surdo.

por não saber
continua jogando o silêncio
do ponto mais alto do penhasco.

6 comentários:

  1. Muito inteligente esta forma de fazer o poema. É uma metáfora fantástica de muitos dos nossos gestos. Gostei imenso.
    Beijos.

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  2. Fico feliz por esse eco, Graça Pires. É estimulante. Beijos.

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  3. o silêncio é um grande falante

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  4. De volta a blogosfera, passo por aqui e fico feliz em encontrar a Poeta de casa nova, mas com a mesma qualidade estética de sempre. Espero que não tenha desistido deste meio. Voltarei em busca de novos poemas. Felicidades!

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    Respostas
    1. Que boa surpresa, Bosco Sobreira! Depois de tanto tempo senti necessidade de voltar aqui... e você estava/está... Ando afastada do Lápis, mas quero retornar também, ainda que aos poucos. Como num namoro sem pressa. Felicidades!!

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